Jump
Educação, arte e esporte.
Professor, arte-educador, multiartista, escritor e produtor cultural.
quem é jump?
Herbert miranda, conhecido também como JUMP (nome artístico) é multiartista, escritor e produtor cultural. Nasceu e cresceu na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Durante a fase escolar, encontrou a paixão pelo esporte através do atletismo, o que proporcionou uma bolsa universitária. Formado no curso de licenciatura em Educação Física, Jump foi o primeiro de sua família a cursar o ensino superior. Em 2017, mergulhou no movimento hip-hop, desenvolvendo habilidades como poeta, rapper, mestre de cerimônias e, através do que aprendeu, passou a produzir eventos ligados ao movimento em áreas periféricas da cidade. Hoje, como arte-educador, lidera debates sobre interseccionalidade e lançou também seu primeiro livro de poesias, inspirado em suas vivências como homem negro, periférico e LGBTQIA.
Educação
Formado no curso de licenciatura em Educação Física pela Universidade Salgado de Oliveira, Jump fez parte do programa de bolsas de estudos para atletas, uma jornada que o exigiu equilíbrio entre treinos, estudos e trabalho. Durante todo o percurso acadêmico, ele defendeu a universidade em competições esportivas, ao mesmo tempo em que representava outra equipe em eventos além do ambiente universitário. Com determinação, foco e disciplina, concluiu a graduação, tornando-se o primeiro universitário de sua família. Para Jump, a educação é mais que uma conquista pessoal, é o alicerce fundamental para transformação social.
Esporte
“Descobri o atletismo aos 11 anos na escola e me tornei campeão estadual.
O clube, liderado por professores de Educação Física de uma escola pública, nos apoiou de todas as maneiras possíveis, mesmo com poucos recursos disponíveis. Graças a eles, conseguimos bolsas de estudo em colégios melhores e viajamos muito pelo país competindo. Alguns de nós até se tornaram atletas olímpicos e representam o brasil até hoje.
O esporte nos afastou da violência local, que sempre foi intensa e avassaladora, transformando vidas. Essa experiência me inspirou a estudar, buscar novos rumos e horizontes além dos que estavam diante dos meus olhos e da realidade difícil que cercava o ambiente em que vivíamos e também a sonhar em oferecer as mesmas oportunidades a outros jovens no futuro. O esporte me ensinou sobre determinação e esforço pra atingir um objetivo. Foi e é pra mim um grande agente transformador”
-Jump
Primeiro campeonato estadual
representando o clube da escola
Campeonato brasileiro universitário representando a universidade
Ultimo campeonato estadual representando o clube de regatas vasco da gama
Arte
Jump deu seus primeiros passos na arte na infância, através do desenho. Com o tempo, envolveu-se em dança e canto. Em 2017, descobriu o movimento hip hop em slams e rodas culturais, escrevendo seus primeiros versos e participando de batalhas de poesia falada. Ao longo de 7 anos, acumulou músicas, videoclipes, residências artísticas e um livro de poesias, destacando-se em competições estaduais e nacionais. Tornou-se referência na promoção da diversidade no cenário cultural do Rio de Janeiro, fundando o coletivo FAVELA TEM VOZ em Santa Cruz, o SLAM DA PRAÇA em Vigário Geral e a RODA CULTURAL DE JARDIM AMÉRICA. Além de produzir, foi mestre de cerimônia em todos os eventos que organizou e atualmente lidera a roda cultural de Olaria, enquanto planeja novos projetos culturais para a periferia.
"O hip hop me salvou nos meus dias mais tristes, assim como salva muitos outros garotos negros e periféricos espalhados pelo brasil e pelo mundo todos os dias. A arte, junto com o esporte e a educação, formam o que eu chamo de altíssima trindade. Quem tem acesso aos 3 juntos, com certeza tem uma perspectiva muito melhor e maior de vida."
O que andei fazendo?
Colônia de férias sesc
Atuei no planejamento e recreação das colônias de férias do Sesc Unidade Parque Radical durante dois anos seguidos, 2019/2020. Dentre as minhas atribuições estavam o processo de inscrições, planejamento de atividades, locação de equipamentos, recreação e entrega de relatórios. A colônia de férias contou com atividades de arte, leitura, recreação livre e esportes, reunindo cerca de 60 crianças e adolescentes por edição.
O que andei fazendo?
sesc + infânca - Contraturno escolar
Atuei durante 12 meses como instrutor de esportes e recreação com crianças de 6 a 12 anos no projeto de contraturno do Sesc + Infância. Durante o período, tivemos atividades de educação ambiental, esportes de quadra, esportes aquáticos, danças, lutas, passeios e festas temáticas, além de muitas outras experiências.
O que andei fazendo?
Circuito de recreação escolar
Durante todo o ano letivo de 2019, atuei circulando pelas escolas da rede pública de ensino dos bairros de Deodoro, Ricardo de Albuquerque e Anchieta, realizando atividades de recreação, esporte e lazer com alunos da Educação Infantil e do primeiro e segundo segmento do Ensino Fundamental.
O que andei fazendo?
Educação física escolar
Durante o ano letivo de 2021, atuei ministrando aulas de Educação Física para alunos do segundo segmento do Ensino Fundamental e do Ensino Médio no Colégio Unidade Santa Marta em Jardim América. Em contexto de pandemia, algumas aulas foram de maneira remota, direcionando para uma nova maneira de experimentar e participar das aulas.
O que andei fazendo?
Oficineiro/educador social
Atuei na Associação Beneficente São Martinho - Unidade Lapa no ano de 2022 como oficineiro de esportes e educador social, atendendo crianças e adolescentes de 6 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta com uma equipe multidisciplinar que oferece atividades de cultura, arte, educação, alimentação, acompanhamento psicológico e encaminhamento ao mercado de trabalho.
O que andei fazendo?
Liderança de juventude
Em 2017, em parceria com a artista Natitude Zo, fui um dos fundadores do coletivo de artistas independentes FAVELA TEM VOZ, que reuniu cerca de 25 jovens de cidades da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro e região metropolitana do estado do RJ. Juntos, organizamos rodas culturais em Santa Cruz e Colégio, além de um slam itinerante que percorreu diversos bairros e instituições públicas e privadas. Articulamos debates e rodas de conversa e conscientização sobre diversos assuntos que atravessam o cotidiano periférico.
O que andei fazendo?
Arte-educador - Museu de arte do rio
De agosto de 2022 a outubro de 2023, atuei como educador na Escola do Olhar, setor educativo do Museu de Arte do Rio, tendo como função principal a mediação cultural a partir de visitas agendadas por grupos escolares, universitários, projetos sociais, etc., nas exposições e espaços do museu. Ministrei cursos, palestras, oficinas, atividades educativas, além de participar continuamente de projetos de formação e pesquisa no campo de tecnologia e acessibilidade.
O que andei fazendo?
Arte-educador - Museu de arte do rio
Durante quatro meses, percorri as escolas da 5ª CRE realizando um circuito de mediação cultural, levando até as escolas parte da exposição “Carolina Maria de Jesus - Um Brasil para os brasileiros” através da leitura dinâmica do livro "Quarto de Despejo" e atividades artísticas envolvendo música, dança, teatro, poesia e rimas. Foram mais de 500 alunos atendidos que puderam conhecer e discutir sobre a vida e obra da autora. Esse foi o primeiro circuito de mediação indo até as escolas.
O que andei fazendo?
Arte-educador - Museu de arte do rio
Visita para bebês
Oficina projeto morrinho
curso de mediadores
visita mediada
O que andei fazendo?
Mestre de cerimônia/mediador
SLAM RJ
campeonato carioca
de poesia falada
Festival
Mira na diversidade
Ateliê poético
Roda cultural de olaria
O que andei fazendo?
Produção cultural - Batalha do incentivo
Estive na produção do projeto BATALHA DO INCENTIVO em colaboração com o projeto MAKTUB EXPERIENCE RJ. A Batalha do Incentivo percorreu 4 favelas do Rio de Janeiro (Vigário Geral, Chapadão, Acari e Lins), levando profissionais de saúde, rodas de conversa, batalhas de rima e outras atividades educativas com o intuito de ressaltar a importância dos cuidados com a saúde mental.
O que andei fazendo?
Produção cultural
Slam da praça
(vigário geral)
Roda cultural
favela tem voz
(santa cruz)
Slam
tema em 2
(on line - pandemia)
Roda cultural
de
jardim américa
O que andei fazendo?
Lançamento do livro - Revolucionários pelo poder da voz
Lancei, em conjunto com Ocotta, o livro de poesias 'Revolucionários pelo poder da voz'. O livro surgiu a partir do primeiro circuito carioca de slam em duplas. Eu e Ocotta fomos os campeões do circuito e recebemos como premiação a publicação de um livro de poesias. Nos textos abordamos temáticas diversas, mas como centro delas estão os atravessamentos de jovens negros, periféricos e LGBTQIA+.
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